sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Marta afirma ser 'a candidata natural' em 2012
Do jornal Valor Econômico:
'A candidata natural sou eu', diz Marta
"A senadora Marta Suplicy (PT-SP) não se intimida com o empenho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad, à Prefeitura de São Paulo em 2012. "Lula tem uma força enorme no partido, mas não é maior que o processo e a conjuntura. A candidata natural sou eu. O ungido é ele [Haddad]", diz.Em entrevista concedida ontem ao Valor, Marta lembra que não é a primeira vez que o ex-presidente tenta lançar um candidato pouco conhecido em São Paulo e cita o apoio de Lula ao ex-deputado Ciro Gomes (PSB) em 2010, na disputa pelo governo paulista. A ideia não vingou no partido e Ciro desistiu de lançar-se. Agora, a petista acha que essa situação pode se repetir. "Não se constrói uma candidatura em 30 dias", diz. "Eu posso ganhar, sou a mais qualificada para o enfrentamento". Leia mais.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Visita de lideranças da cidade de Santo André
Recebi em meu gabinete a visita de duas lideranças da cidade de Santo André, no ABC paulista. Tive o prazer de abraçar a "Val" e o Valmir. Os dois têm um trabalho reconhecido em prol da população daquele município.
Fiquei feliz com a visita e retribuirei com uma ida até a região do ABC assim que possível!
As estratégias do PT em debate
Do jornal Valor Econômico:
PT começa a traçar estratégias para alianças nas eleições municipais
"O Partido dos Trabalhadores reúne-se hoje, no Rio de Janeiro, para iniciar as tratativas sobre as eleições de 2012. Hoje, haverá uma reunião da Executiva do partido e o lançamento do novo portal da legenda. Amanhã, encontro do diretório nacional em que serão colhidas as primeiras opiniões acerca da estratégia da sigla para as próximas eleições municipais.
Temas como a política de alianças, a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo eleitoral, as prévias na legenda e os municípios que devem ser priorizados e ter, prioritariamente, candidatos serão abordados. Tudo para compor os elementos que servirão de apoio a um debate definitivo que será feito no congresso nacional do partido, em setembro, onde o partido fará as determinações gerais sobre as eleições de 2012.
Também devem ser apresentados resultados da pesquisa qualitativa que o PT fez sobre a imagem que a população tem do partido. Feita pelo instituto Vox Populi, a sondagem teve alguns dados revelados, como o crescimento da preferência da sigla de 28% para 32% dos entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e foram entrevistadas 2,2 mil pessoas. Segundo petistas, o segundo colocado é o PMDB, que não obteve nem 10%.
A pesquisa também levantou opiniões sobre o governo da presidente Dilma Rousseff. Integrantes do partido se disseram animados com os resultados, que a mostrou bem avaliada pela população. Negaram-se, contudo, a divulgar os dados, afirmando que ela é apenas para "consumo interno".
PT começa a traçar estratégias para alianças nas eleições municipais
"O Partido dos Trabalhadores reúne-se hoje, no Rio de Janeiro, para iniciar as tratativas sobre as eleições de 2012. Hoje, haverá uma reunião da Executiva do partido e o lançamento do novo portal da legenda. Amanhã, encontro do diretório nacional em que serão colhidas as primeiras opiniões acerca da estratégia da sigla para as próximas eleições municipais.
Temas como a política de alianças, a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo eleitoral, as prévias na legenda e os municípios que devem ser priorizados e ter, prioritariamente, candidatos serão abordados. Tudo para compor os elementos que servirão de apoio a um debate definitivo que será feito no congresso nacional do partido, em setembro, onde o partido fará as determinações gerais sobre as eleições de 2012.
Também devem ser apresentados resultados da pesquisa qualitativa que o PT fez sobre a imagem que a população tem do partido. Feita pelo instituto Vox Populi, a sondagem teve alguns dados revelados, como o crescimento da preferência da sigla de 28% para 32% dos entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e foram entrevistadas 2,2 mil pessoas. Segundo petistas, o segundo colocado é o PMDB, que não obteve nem 10%.
A pesquisa também levantou opiniões sobre o governo da presidente Dilma Rousseff. Integrantes do partido se disseram animados com os resultados, que a mostrou bem avaliada pela população. Negaram-se, contudo, a divulgar os dados, afirmando que ela é apenas para "consumo interno".
Reservas internacionais em quase US$ 350 bilhões
Do Radar Econômico - Estadão Online:
Reservas do Brasil superam as dos EUA e Canadá juntas
Sílvio Guedes Crespo
"O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma, de passagem, em um relatório divulgado nesta quarta-feira, 3, que o Brasil tem a sexta maior reserva internacional do mundo, de US$ 335 bilhões em junho. O País tem dados mais recentes, mostrando que tal montante atingiu US$ 347 bilhões nesta semana. Mas o fundo usa dados de junho porque nem todos os bancos centrais publicam seus números diariamente". Leia mais.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Debatendo a pauta dos jornais do dia na TV
Participei mais uma vez do programa Manchetes Online, da TV ALESP. O programa foi gravado nesta noite e vai ao ar ainda hoje. Debati com os deputados Welson Gasparini (PSDB) e Ulysses Tassinari (PV) os principais temas da imprensa neste dia.
A programação da TV ALESP vai ao ar todos os dias pelos canais 66 da TVA e 13 da NET.
Energia elétrica: PSDB faz autocrítica na ALESP
JOSÉ ANÍBAL FALOU NA COMISSÃO DE INFRA-ESTRUTURA DA ASSEMBLEIA
O PSDB reconheceu que o processo de privatização da Eletropaulo - tocado no final da década de 1990 pelo atual governador - não produziu os efeitos prometidos à época. Em audiência na Comissão de Infra-Estrutura da Assembleia Legislativa de São Paulo na tarde desta quarta-feira, o secretário estadual de Energia, José Aníbal, reconheceu que os serviços prestados pela concessionária "estão piorando". E alertou: "Se não houver mudanças a situação deverá ficar ainda pior".
A autocrítica feita pelo secretário tucano incluiu dados que demonstram a falta de compromisso da Eletropaulo com os consumidores da região metropolitana do Estado: a empresa teve lucro de R$ 1,3 bilhão em 2011, mas os investimentos em equipamentos, contratação de pessoal e modernização são baixos. "O aumento dos lucros da empresa coincidiu com a piora da qualidade dos serviços". Ele lembrou que em 2003 a empresa de energia lucrou R$ 373 milhões.
As sucessivas interrupções do fornecimento de energia pela Eletropaulo foram parte constante das críticas feitas pela bancada do PT presente à audiência, em grande parte coincidentes com o diagnóstico feito pelo representante do governo estadual. O representante da empresa apenas se limitou a dizer que os investimentos estão crescendo, embora tenha sido contestado pelos dados do próprio secretário José Aníbal. "A Eletropaulo só quer saber de faturar e distribuir dividendos", reforçou ele.
Outro ponto da discussão foi a falta de fiscalização da agência reguladora do governo do Estado - a ARSESP. Atualmente, a agência tem apenas 16 fiscais para acompanhar as demandas em todo o Estado, quando seriam necessários mais de 300 servidores estaduais para esse trabalho.
NO PLENÁRIO - Levantei o debate no plenário na sessão ordinária, lembrando que a autocrítica dos tucanos na questão da distribuição de energia pela Eletropaulo reflete a pressão da sociedade, que não suporta mais pagar por um serviço caro e não ter sequer a garantia da sua continuidade. Além dos prejuízos pessoais e familiares, lembrei dos problemas econômicos causados pelas constantes interrupções do fornecimento de energia na área atendida pela concessionária. A Eletropaulo atende 6,3 milhões de consumidores.
FALTA CUMPRIR CONTRATO - Até hoje empresa não cumpriu um dos itens contratuais - quando da privatização comandada pelo então vice-governador Geraldo Alckmin em 1998: ser também uma geradora de energia. O governo estadual lembrou que o projeto de geração de energia pela AES Eletropaulo "não passa de uma ideia".
POSIÇÃO DO PT - A posição do PT contra o processo de privatização, quando este foi levado a cabo pelo PSDB nos anos 1990, foi motivada por uma questão prática: estávamos convencidos de que não funcionaria. O tempo se encarregou de mostrar que tínhamos razão e o consumidor paulista paga a conta de um erro histórico dos tucanos.
O PSDB reconheceu que o processo de privatização da Eletropaulo - tocado no final da década de 1990 pelo atual governador - não produziu os efeitos prometidos à época. Em audiência na Comissão de Infra-Estrutura da Assembleia Legislativa de São Paulo na tarde desta quarta-feira, o secretário estadual de Energia, José Aníbal, reconheceu que os serviços prestados pela concessionária "estão piorando". E alertou: "Se não houver mudanças a situação deverá ficar ainda pior".
A autocrítica feita pelo secretário tucano incluiu dados que demonstram a falta de compromisso da Eletropaulo com os consumidores da região metropolitana do Estado: a empresa teve lucro de R$ 1,3 bilhão em 2011, mas os investimentos em equipamentos, contratação de pessoal e modernização são baixos. "O aumento dos lucros da empresa coincidiu com a piora da qualidade dos serviços". Ele lembrou que em 2003 a empresa de energia lucrou R$ 373 milhões.
As sucessivas interrupções do fornecimento de energia pela Eletropaulo foram parte constante das críticas feitas pela bancada do PT presente à audiência, em grande parte coincidentes com o diagnóstico feito pelo representante do governo estadual. O representante da empresa apenas se limitou a dizer que os investimentos estão crescendo, embora tenha sido contestado pelos dados do próprio secretário José Aníbal. "A Eletropaulo só quer saber de faturar e distribuir dividendos", reforçou ele.
Outro ponto da discussão foi a falta de fiscalização da agência reguladora do governo do Estado - a ARSESP. Atualmente, a agência tem apenas 16 fiscais para acompanhar as demandas em todo o Estado, quando seriam necessários mais de 300 servidores estaduais para esse trabalho.
NO PLENÁRIO - Levantei o debate no plenário na sessão ordinária, lembrando que a autocrítica dos tucanos na questão da distribuição de energia pela Eletropaulo reflete a pressão da sociedade, que não suporta mais pagar por um serviço caro e não ter sequer a garantia da sua continuidade. Além dos prejuízos pessoais e familiares, lembrei dos problemas econômicos causados pelas constantes interrupções do fornecimento de energia na área atendida pela concessionária. A Eletropaulo atende 6,3 milhões de consumidores.
FALTA CUMPRIR CONTRATO - Até hoje empresa não cumpriu um dos itens contratuais - quando da privatização comandada pelo então vice-governador Geraldo Alckmin em 1998: ser também uma geradora de energia. O governo estadual lembrou que o projeto de geração de energia pela AES Eletropaulo "não passa de uma ideia".
POSIÇÃO DO PT - A posição do PT contra o processo de privatização, quando este foi levado a cabo pelo PSDB nos anos 1990, foi motivada por uma questão prática: estávamos convencidos de que não funcionaria. O tempo se encarregou de mostrar que tínhamos razão e o consumidor paulista paga a conta de um erro histórico dos tucanos.
Democratização das universidades federais
Ninguém podem negar que as diversas políticas de inclusão implantadas desde o primeiro governo do presidente Lula - e que prosseguem no governo Dilma - são responsáveis pelo processo de democratização do ensino superior no país, notadamente nas universidades federais. Além dessas políticas, aconteceu a expansão inédita das vagas nas federais.
Veja nota abaixo, do UOL Notícias, que confirma o acesso das camadas menos favorecidas da população às universidades mantidas pelo governo federal:
Mais de 40% dos alunos das universidades federais são das classes C, D e E
Amanda Cieglinksi, da Agência Brasil
"Cerca de 43% dos estudantes das universidades federais são das classes C, D e E. O percentual de alunos de baixa renda é maior nas instituições de ensino das regiões Norte (69%) e Nordeste (52%) e menor no Sul (33%). É o que mostra pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que será lançada hoje (3), sobre o perfil dos estudantes das universidades federais". Leia mais.
Veja nota abaixo, do UOL Notícias, que confirma o acesso das camadas menos favorecidas da população às universidades mantidas pelo governo federal:
Mais de 40% dos alunos das universidades federais são das classes C, D e E
Amanda Cieglinksi, da Agência Brasil
"Cerca de 43% dos estudantes das universidades federais são das classes C, D e E. O percentual de alunos de baixa renda é maior nas instituições de ensino das regiões Norte (69%) e Nordeste (52%) e menor no Sul (33%). É o que mostra pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que será lançada hoje (3), sobre o perfil dos estudantes das universidades federais". Leia mais.
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