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sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Um filme para sua diversão no final de semana

Por Celina Sales, com informações do portal Cineclick:

ATIRADOR (Shooter, EUA, 2007)

Sinopse - Depois de causar a morte de um inocente, Bob Lee Swagger (Mark Wahlberg), um exímio atirador, isola-se nas florestas do Arkansas. Algum tempo depois, ele é persuadido por seus ex-parceiros a ajudá-los a impedir o assassinato do presidente. Mas ele acaba sendo enganado e acusado de ter planejado o crime. Agora, Bob terá de encontrar o verdadeiro assassino e desmascarar a farsa.

Elenco - Mark Wahlberg, Dean McKenzie, Jonathan Walker, Rich Bryant, Michel-Ann Connor, Mike Dopud, Danny Glover, Adrian Hughes

Comentário - Diversão garantida

Um pouco de Roupa Nova

Grupo carioca especializado em pop-rock comercial e sofisticado; alem de seus próprios discos, o grupo também faz o acompanhamento em gravações pop-rock de Gal Costa, Zizi Possi, Milton Nascimento e outros. Seus integrantes iniciais eram Cleberson Horsth Vieira de Gouveia (Manhumirim MG 1950), nos teclados e vocal; Nando (Luís Fernando Oliveira da Silva, Rio de Janeiro RJ 1953), no contrabaixo; Kiko (Eurico Pereira da Silva Filho, Rio de Janeiro 1952), na guitarra; e Paulinho (Paulo César dos Santos, Rio de Janeiro 1952), no vocal e percussão, aos quais se uniram, em 1975, Ricardo Georges Feghali (Belo Horizonte MG 1955), nos teclados, e Serginho (Sérgio Herval Holanda de Lima, Rio de Janeiro 1958), na bateria. Formados em 1970 no Rio de Janeiro com o nome Os Famks, gravaram um compacto pela etiqueta Imagem com Hoje ainda é dia de rock (Zé Rodrix), compactos na Polydor e dois LPs na Continental, além de gravar outros LPs nesta mesma gravadora com o nome Os Motokas. Contratados pela Polygram em 1980, adotaram o nome Roupa Nova por sugestão de Mariozinho Rocha, produtor dos discos do grupo.

Clique aqui e ouça Canção De Verão (Roupa Nova)

Dicas de Shows

ORQUESTRA FILARMÔNICA DE VIOLAS A orquestra, formada por diversos profissionais, entre eles, pedreiros, vendedores, jardineiros, professores e jornalistas, alterna clássicos da música caipira com causos e curiosidades sobre o universo desse gênero. 90 min. Parque Villa-Lobos - auditório (av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros, região oeste, tel. 3023-0316). 15h30.

SOLANGE SÁ A cantora, compositora, violonista e guitarrista apresenta seu primeiro (e homônimo) álbum, onde mescla baladas, MPB e pop em suas canções autorais. 60 min. Livraria da Vila (al. Lorena, 1.731, Jardim Paulista, região oeste, tel. 3062-1063). 70 lugares. 18h. Valet (R$ 5).

ORQUESTRA TOM JOBIM E FRANCIS HIME A apresentação promete um pout-pourri de composições de Tom Jobim, de quem Francis foi parceiro, seguido por uma homenagem a outro parceiro de Hime: Chico Buarque.www.me morial.org.br. Memorial da América Latina - auditório Simón Bolívar (av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, região oeste, tel. 3823-4600). 800 lugares. 21h. Estac. (R$ 10 - convênio). É necessário retirar ingr. c/ um dia de antecedência (a partir das 14h).

Qual o limite entre a ficção e a mentira?

Do jornal Folha de São Paulo hoje (05)

ex-mulher do ex-deputado José Dirceu, Clara Becker, 66, decidiu tornar pública uma carta que pretende enviar a Aguinaldo Silva, autor da novela "Duas Caras", da TV Globo. Em entrevista à Ilustrada, Aguinaldo disse que a história de Dirceu e Clara inspirou a criação do protagonista da novela, que se casa por interesse, foge com o dinheiro da mulher e faz plástica para mudar de vida: "Tenho horror", afirmou Silva.
O ex-ministro viveu com a ex-mulher de 1975 a 1979, em Cruzeiro do Oeste, no Paraná.

Os dois tiveram um filho, Zeca, que hoje é prefeito da cidade. Na época, vivendo na clandestinidade, ele escondeu a verdadeira identidade da mulher e do filho. Com a anistia, contou a verdade e mudou para SP.
Na carta, que Clara enviou à Folha, ela afirma que é "fã" de Aguinaldo, mas teve uma "enorme decepção": "Que o sr. queira criar um ambiente de ficção em suas novelas, não é apenas direito seu, assim como merece todo aplauso. Mas que o sr. queira criar um universo paralelo à realidade em algo que pertence à minha vida (...), sinceramente, acho que o senhor deveria ter mais cuidado." Abaixo, os principais trechos:

"É caluniosa a comparação, feita pelo autor da novela, entre José Dirceu e um personagem que se casa por interesse e foge com o dinheiro da esposa. Nos anos em que vivi com José Dirceu (...) era tudo anotado em um caderno e cada um pagava as suas contas. José Dirceu pagava a empregada e o aluguel, e eu pagava as despesas de casa e a comida. Ele nunca me roubou e nunca dependeu do meu dinheiro, pois tinha a sua loja e eu a tinha a minha (...)."
"Quanto à omissão da sua identidade na época, todos, agora, sabem que era uma necessidade, pois a vida de José Dirceu estava em perigo. Certa vez fui chamada pelo então prefeito para uma conversa. O prefeito e outras pessoas desconfiavam daquele homem recém-chegado à cidade e que tinha um estilo diferente. Em casa (...) perguntei se ele escondia alguma coisa (...) A resposta foi imediata: não era casado e nem era bandido, mas havia algo, sim, que não podia revelado naquele momento. Senti sinceridade. Ele era bom, vivíamos bem e continuamos juntos (...) Foi uma opção minha."
"Não fui abandonada por José Dirceu. Com a anistia, ele pediu que eu e meu filho fossemos com ele para SP. Chegamos a viver algum tempo juntos na capital paulista, mas eu tinha aqui em Cruzeiro do Oeste família que dependia de mim (...) Eu tomei a iniciativa de voltar para Cruzeiro do Oeste."
"José Dirceu foi um companheiro ideal. Mesmo depois de nossa separação mantém contato, preocupa-se com meu bem-estar e vem a Cruzeiro do Oeste, cidade hoje administrada por nosso filho."

Muita propaganda para pouco resultado

Do Jornal da Tarde hoje (05)

O Orçamento de 2008 enviado pelo governador José Serra (PSDB) à Assembléia Legislativa prevê aumento de 214,6% na verba destinada a publicidade do governo em relação ao que foi inicialmente previsto para este ano. Onze secretarias terão à disposição R$ 151 milhões para a atividade. Em 2007, estavam orçados R$ 48,5 milhões.
Leia mais.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Tucano provoca 'insegurança jurídica' na indústria

O jornal Valor Econômico destaca a "insegurança jurídica" provocada por um vácuo legal do governo do Estado de São Paulo no tocante à concessão de incentivos fiscais que vigoram desde 2004 para alguns setores da indústria paulista. Veja a matéria abaixo da edição de hoje do Valor:

Empresas de SP temem fim de benefício fiscal

"Os departamentos jurídicos de empresas do setor de higiene pessoal, cosméticos, perfumes e leite longa vida procuram, em vão, desde segunda-feira, algum ato publicado no "Diário Oficial do Estado de São Paulo" que prorrogue a redução de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 18% para 12%.

Brindado com o benefício desde setembro de 2004, o setor de higiene pessoal, cosméticos e perfumes tinha a redução do imposto para 12% prorrogada desde então. Mas o último decreto sobre o assunto, de nº 51.945/2007, previa a alíquota incentivada só até 30 de setembro tanto para o setor de higiene e cosméticos quanto para o leite longa vida e sua matéria-prima.

"Foi uma surpresa na segunda-feira não ter nenhum ato prorrogando o benefício", diz o advogado Luís Alexandre Barbosa, do Feslberg e Associados. "Ao que parece as empresas têm continuado a lançar 12% em vez de 18%, mas há uma insegurança jurídica porque não sabemos se a redução será prorrogada e, se for, não sabemos se haverá efeito retroativo", diz Barbosa. A dúvida, diz ele, é se houve apenas um atraso na edição de um ato prorrogando o benefício ou se ele simplesmente não será renovado. Procurada, a Secretaria da Fazenda de São Paulo diz que "está estudando o assunto".

"O setor de higiene pessoal e cosméticos está em balbúrdia", diz um advogado que acompanha as discussões. "Algumas empresas, nos casos possíveis, estão até mesmo adiando o faturamento na expectativa de que a Fazenda volte a conceder a alíquota de 12%."

Barbosa lembra que a redução de alíquotas para o setor de higiene e cosméticos veio em uma das "primaveras tributárias" promovidas pelo ex-governador Geraldo Alckmin.

O benefício, diz Barbosa, não está previsto em convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e foi concedido, inclusive, com a justificativa de proteger a indústria paulista. "A legislação baseou-se no artigo 112 do regulamento do ICMS de São Paulo. O dispositivo é usado exatamente nos casos de guerra fiscal." O artigo prevê que o Estado de São Paulo adote medidas de proteção de sua economia sempre que outro Estado conceder benefícios fiscais ou financeiros que resultem em redução ou eliminação da carga tributária de ICMS e que não estejam previamente autorizados em acordos ou em legislação federal".

Sinal do presidente Lula para 2010

Da Folha de S. Paulo desta quinta-feira:

Lula cogita licença do cargo em 2010 para eleger sucessor

"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse anteontem à noite, em jantar com líderes de partidos aliados, que pretende tirar licença do cargo em 2010 para se dedicar à eleição do sucessor. Condicionou essa licença a uma candidatura única dos atuais partidos que apóiam seu governo e a um índice de popularidade que lhe permita tentar transferir votos". Leia mais (para assinantes da Folha/UOL).