segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Jornalista analisa 1º mês de Dilma presidenta


Do blog do jornalista Ricardo Kotscho, no IG:

É bom governo ficar fora das manchetes?

"Quase todos os analistas que fizeram neste final de semana um balanço do primeiro mês do governo de Dilma Rousseff destacaram o estilo discreto da nova presidente, uma gestora mais dedicada à administração, em comparação ao seu antecessor, um líder político de massas, que gostava de discursar e viajar.

Era natural que assim fosse, já que Dilma e Lula têm personalidades e trajetórias de vida muito diversas. Fora isso, é como se o novo governo fosse apenas uma continuidade do anterior, não só pela manutenção de metade do ministério, mas, principalmente, por ter optado pela mesma política econômica e as mesmas prioridades na área social.

Isso é bom ou ruim? Pois eu acho muito bom o governo e a presidente ficarem fora das manchetes, dando espaço para outros setores da sociedade e temas da vida real. Isto é um sinal de normalidade democrática. Sempre falei em palestras que tinha Brasília demais e Brasil de menos na nossa imprensa, quer dizer, muito espaço para o mundo oficial e suas autoridades, mais do que em qualquer outro país por onde eu tenha passado". Leia mais.

Desperdício de energia elétrica na Marginal


Depois de demorar meses, o consórcio responsável pela iluminação da Marginal do Tietê iniciou seus trabalhos. Apenas parte daquela importante via de acesso à Capital já recebeu novos postes de iluminação.

Na área já iluminada, surgiu outro problema que persiste há dias: as luzes dos novos postes ficam acesas durante 24 horas, desperdiçando energia elétrica - que termina gerando mais uma conta para o bolso dos contribuintes.

A escuridão completa da Marginal do Tietê foi uma das tantas heranças do governo de José Serra (PSDB), cujo "planejamento" funcionou apenas durante o período eleitoral de 2010. Com a derrota do tucano, quase tudo foi abandonado. Isso obrigou o Ministério Público a entrar com ação para que a via voltasse a receber iluminação.

Esta segunda-feira (29) é mais um dia de desperdício!

Abandono de imóveis desapropriados pelo Metrô

Do Jornal da Tarde

Imóveis abandonados pelo Metrô degradam zona sul

Rodrigo Brancatelli


"Tapumes acinzentados com o logo azul da Companhia do Metropolitano de São Paulo significavam uma boa notícia para moradores da zona sul. Hoje, no entanto, simbolizam abandono. Sujos, pichados e rodeados de mato e entulho, estão virando símbolo da degradação dos imóveis desapropriados pelo Estado em Moema, Brooklin e Campo Belo.

Com a suspensão da licitação da Linha 5-Lilás após suspeita de conluio de empresas, dezenas de casas, lojas e terrenos de uma das áreas mais valorizadas da capital foram praticamente esquecidas. Ninguém hoje trabalha ali. E, ao longo das Avenidas Ibirapuera e Santo Amaro, as principais artérias da região, é possível ver mais de dez pontos de degradação, com imóveis servindo de depósito irregular de lixo e áreas invadidas por moradores de rua". Leia mais.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Felipe Catto: bela voz, talento promissor!



Filipe Catto tem apenas 21 anos, mas sua relação com a música vem desde criança – afinal, seus pais são músicos. No entanto, começou a expor seu trabalho próprio em 2005, em um projeto literário-musical de Porto Alegre chamado Sarau Elétrico. A primeira música que gravou para distribuir para amigos e conhecidos – no estúdio que ficava em sua casa, presente do pai – foi “Glory Box” do Portishead, e assim deu início à sua carreira, no boca a boca da web.

Seu primeiro EP, “Saga” – que tem a qualidade de um CD comercial, mas com menos músicas –, tem uma mistura de sonoridades latinas, como samba e tango. Sua música é lírica, dramática e passional, e suas apresentações ao vivo beiram o teatral. “Busquei transformar lamentos melancólicos em dramas. A melancolia é cinza e opaca, enquanto o drama é quente e vibrante”, disse em entrevista recente.

Serra - Kassab: vão trilhar caminhos diferentes?



Julia Duailibi - O Estado de S.Paulo

"A aliança entre o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e o ex-governador José Serra (PSDB), forjada na eleição municipal de 2004 e repetida com sucesso na disputa de 2008, começa a dar os primeiros sinais de esgarçamento.

PMDB", segundo definiu um aliado, o prefeito paulistano tem se aproximado cada vez mais do governo federal e está prestes a integrar a base governista da presidente Dilma Rousseff (PT).

O movimento de Kassab acontece no momento em que Serra aumenta o tom das críticas à gestão Dilma, até como forma de se cacifar na condição de principal liderança da oposição, e tenta uma parceria estratégica com o governador tucano Geraldo Alckmin para fazer frente ao senador eleito Aécio Neves na disputa pelo controle do PSDB.

Herdeiro político de Serra ao assumir a prefeitura de São Paulo em 2006, quando o tucano renunciou ao cargo para disputar o Palácio dos Bandeirantes, Kassab articula a ida para o PMDB pelas mãos do vice-presidente da República, Michel Temer. "Ele vem com o apoio total e irrestrito do governo Dilma", afirma um peemedebista. "A única dificuldade é tocar isso com o Serra", desabafou o prefeito a um interlocutor.

Empecilho. Embora Kassab tenha se mantido até agora leal ao padrinho político, inclusive abrigando em seu secretariado serristas "expatriados" do governo paulista por Alckmin, e o mantenha informado sobre a ida para o PMDB, a fidelidade do prefeito ao projeto tucano no Estado se tornou um empecilho ao futuro político de Serra.

No PMDB, Kassab pretende disputar o Palácio dos Bandeirantes em 2014. Ocorre que Alckmin é candidato natural à reeleição e não pretende ver o afilhado de Serra disputando espaço com ele nos próximos quatro anos.

De seu lado, em busca da sobrevivência política, num momento em que os aliados de Aécio tentam isolá-lo no partido, Serra procura jogar alinhado com Alckmin. Serristas mais exaltados já falam em uma aliança Serra-Alckmin em 2014 para derrotar o grupo mineiro.

Por essa composição, qualquer um dos dois poderia encabeçar a chapa presidencial. O outro ficaria com a disputa pelo Bandeirantes. Para Kassab, alegam, haveria vaga como candidato a vice-governador ou a uma cadeira no Senado.

De acordo com essa lógica, para manter a aliança com os tucanos, Kassab teria de enterrar o sonho de disputar o governo paulista em 2014. Lideranças do PSDB, no entanto, veem com desconfiança uma aliança Serra-Alckmin. "Alckmin é de escorpião, não dá para saber nunca o que ele está pensando", diz um dos principais nomes do partido, para quem o governador atua "com um pé em cada canoa".

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

PT contra reajuste da taxa de inspeção veicular

Do site da Liderança do PT na Câmara Municipal de SP

Bancada do PT entra com ação contra reajuste da taxa de inspeção

"A Bancada de Vereadores do PT ingressou hoje, no Tribunal de Justiça de São Paulo, com mandado de segurança contra o prefeito Gilberto Kassab por causa do reajuste no preço da taxa paga pelos motoristas paulistanos para fazer a inspeção veicular. O novo valor entrou em vigor no início do mês.

O motivo da ação judicial é o fato de o prefeito ter autorizado o aumento da taxa antes da conclusão do estudo de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato da Prefeitura de São Paulo com a Controlar, empresa concessionária responsável pelo serviço.

Na véspera do Natal o secretário do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, assinou portaria mantendo em R$ 56,44 o valor da taxa até a conclusão da revisão do contrato com a Controlar. Mas Kassab – após manifestação de contrariedade da Controlar, que chegou a suspender o agendamento da inspeção – ignorou a decisão do secretário e deu aval ao aumento antes da finalização do estudo. O Diário Oficial de 31 de dezembro publicou despacho do prefeito acatando recurso da empresa e autorizando a cobrança da nova tarifa: R$ 61,98 (aumento de 9,81%).

Ao tomar tal decisão, Kassab descumpriu cláusula do contrato que prevê que qualquer reajuste na taxa de inspeção veicular seja precedido de estudo que justifique o aumento. Ou seja, a correção foi feita sem prova de que era necessária. Além disso, o prefeito onera precipitadamente os motoristas paulistanos, pois já antecipou que devolverá a eles o dinheiro que for cobrado a mais caso o estudo conclua que o índice de reajuste da taxa deve ser menor que os 9,81%.

O mandado de segurança é assinado pelo líder da Bancada do PT no Legislativo paulistano, vereador José Américo".

Franco-atirador virtual


O ex-governador de São Paulo e candidato derrotado à Presidência José Serra (PSDB) gasta o pouco que lhe resta de prestígio político com ataques gratuitos ao governo Dilma e ao PT. Para isso, faz uso da sua conta na rede de micrblogs Twitter. Ele virou uma espécie de 'franco-atirador' virtual.

É um denuncismo carregado de rancor de quem perdeu mais uma eleição e saiu desgastado até mesmo no próprio partido. Os ataques virtuais não se restringem ao PT: Serra luta contra forças tucanas que querem vê-lo longe do comando do PSDB.

É o preço que o tucano paga por ter bancado uma das campanhas políticas mais sujas de todos os tempos, mesmo contra a orientação de parte da oposição que ele supostamente representava.

Não foi à toa que, depois de insistentes ataques, Serra foi obrigado a engolir a seco a melhor definição do resultado desse seu comportamento, publicada também via Twitter pelo presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra:

- “Deve ser por isso que a oposição ganhou a eleição”.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Estadão especula sobre 'ameaça' a Kassab


Do jornal O Estado de S. Paulo

DEM ameaça guerra jurídica se Kassab sair

Rosa Costa


"Tratado como novo aliado pela presidente Dilma Rousseff, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, deverá enfrentar um batalha jurídica para manter o mandato se trocar o DEM pelo PMDB. Setores do democratas querem pedir à Justiça a devolução do mandato, no caso do prefeito levar a ideia adiante. Alegam não existir nenhuma brecha que facilite a saída de Kassab na resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de 2008, que trata da fidelidade partidária.

"O partido não vai assistir a saída injustificada da agremiação de forma impune", diz um dos líderes do partido. Para o grupo, é claro que haverá reação, até em nome da preservação do número partidária. A legenda perdeu nas eleições do ano passado 9 de seus 52 deputados e 8 de seus 13 senadores, reduzindo as bancadas na Câmara e Senado para, respectivamente, 43 deputado e 5 senadores". Leia mais.

Delfim denuncia quem faz 'terrorismo financeiro'


Em excelente artigo publicado na revista CartaCapital desta semana, o eocnomista Delfim Netto ataca o que chama de "terrorismo finaceiro" praticado por "economistas, sociólogos e analistas financeiros" que pregam juros altos e fracasso.

Leia um trecho abaixo:

TERRORISMO FINANCEIRO

"Pleno emprego, crescimento do PIB muito próximo de 8% em 2010, uma política econômica e social que perseguiu de modo crível o objetivo de dar igualdade de oportunidades a todos e melhorar a distribuição da renda entre as pessoas e regiões e mais a execução de programas de envergadura como o Bolsa Família, Luz para Todos e Minha Casa Minha Vida são marcas inegáveis do sucesso do metalúrgico de São Bernardo, um improvável estadista que se mostrou um líder mundial de real estatura.

Quem assina embaixo é o povo brasileiro, ao final desses oito anos de consumo em alta e redescoberta da autoestima: 87% declaram seu apoio ao presidente, 80% aprovam o seu governo e mais de 60% revelam suas esperanças na administração da presidenta que ele ajudou a eleger. Apesar disso, o povo é obrigado a conviver com o bombardeio meio terrorista de sociólogos, economistas e todo tipo de analistas financeiros que se julgam intelectuais de grande sabedoria e insistem em ocupar espaços na mídia para desmerecer os êxitos do antigo governo e disseminar a descrença e a desconfiança sobre o novo".


Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Alberto conselheiro


Nota da coluna Painel, da Folha de S. Paulo:

"Afago - Após preteri-lo na montagem do secretariado, Geraldo Alckmin convidou Alberto Goldman (PSDB) para compor o conselho de administração do Metrô. O ex-governador deve receber propostas para integrar outros órgãos consultivos".

Aliados históricos

Trecho de reportagem da Folha de S. Paulo de hoje (26):

Alckmin sai em defesa de aliado condenado pelo STJ

Ex-prefeito de Taubaté assume fundação com orçamento de R$ 2,5 bilhões

"Ele é honesto", afirma o governador paulista, que foi apadrinhado por Bernardo Ortiz no início da trajetória política


"O governador Geraldo Alckmin disse ontem que José Bernardo Ortiz, antigo aliado político a quem o tucano delegou o comando da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), é "um dos melhores administradores" que conhece.

Ortiz, que comandará um orçamento de R$ 2,5 bilhões, foi condenado no ano passado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) por improbidade administrativa. A decisão se refere a nomeações sem concurso para cargos na administração de Taubaté.

Na decisão, o STJ proibiu Ortiz de disputar cargos públicos por cinco anos e determinou o pagamento de multa de cerca de R$ 210 mil". Leia mais (assinante da Folha ou UOL).

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Morreu Samuel Ruiz, o bispo dos pobres



Do portal Carta Maior

Morreu um dos principais atores nas negociações entre os zapatistas e o governo do México. Como bispo da diocese de Chiapas, Samuel Ruiz ganhou fama mundial em 1991 por ocasião do levante do Exército Zapatista de Libertação Nacional. Sua intervenção impediu um massacre que poderia levar a um genocídio.

Samuel Ruiz foi participante e protagonista da Teologia da Libertação e da opção preferencial pelos pobres que impôs em sua diocese desde 1975, em uma época dominada por golpes de Estado e por ditaduras militares na América Latina.

Eu vim para evangelizar os índios, mas terminei sendo evangelizado por eles”, disse certa vez Samuel Ruiz García, a quem as comunidades chamavam de “bispo dos pobres e dos povos originários”. Leia mais.

Don Samuel Ruiz adhiere a la Marcha Mundial por la Paz y la No violencia

Parabéns à cidade de São Paulo pelos 457 anos!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Enchentes por mais uns 20 anos em SP?


Do Jornal da Tarde

Temporal deixa motoristas ilhados


"Carros foram arrastados e pessoas ilhadas, com a água batendo na altura do peito, tiveram de ser resgatas pelo Corpo de Bombeiros durante a forte chuva que colocou toda a cidade em estado de atenção no fim da tarde e no começo da noite. O Rio Tietê transbordou na altura da Rodovia Presidente Dutra. Além desse ponto, a Marginal do Tietê alagou perto das pontes do Tatuapé, na zona leste, e das Bandeiras, no centro". Leia mais.

COMENTÁRIO - Embora estejam no governo do Estado há mais de 16 anos, os tucanos já avisaram - pela boca do atual governador: a solução para as enchentes só deve aparecer daqui a 19 anos!

A propósito, leia abaixo o que escreveu em seu blog no portal UOL o jornalista Leornardo Sakamoto - um dia após uma das tantas inundações da Marginal do Tietê e em diversas partes da Capital neste verão:

“Obras [contra enchentes] não ficam prontas em 24 horas” E em 20 anos, dá?
“Obras não ficam prontas em 24 horas.”


"Quando vi a frase do governador de São Paulo Geraldo Alckmin, destacada pelo Uol Notícias, juro que não acreditei. Pensei que era brincadeira, que ele ia fazer um “Há! Peguei vocês!” logo na sequência.

Até entenderia se ele usasse outra historinha. Sei lá, que Poseidon espirrou em cima da cidade, que a Fundação Cacique Cobra Coral partiu para uma vingança por algum calote dado pelo governo, que São Pedro deixou as portas do céu abertas enquanto jogava uma pelada. Ou, pior, que alguém esqueceu de pendurar o Teru Teru Bozo japonês na árvore antes do início do verão.

Mas ele falou sério, referindo-se ao problema como se não tivesse nada a ver com aquilo. Mas o senhor já foi governador! E o seu partido comanda o Estado há 16 anos. Vai precisar de quanto mais para adotar as obras necessárias que cabem ao governo? Mais quatro, oito? Isso sem contar a prefeitura, que está na mão do maior aliado de seu partido. Segundo reportagem de Maurício Savarese, no Uol, a chuva da madrugada provocou a morte de 13 pessoas no Estado – na contagem até agora. Como é que explicamos isso para essas famílias? Mais duas eleições e aí a coisa engrena?

O fato é que planejar a região metropolitana de São Paulo é algo que aparece só no tempo das chuvas. Na seca, tudo isso vai evapora.

É fato que grande parte dos problemas nunca serão totalmente solucionados, pelo menos não com a nossa classe política e nossa mentalidade cidadã de comemorar o curto prazo e o conforto aparente. Mas há como garantir que vidas não sejam levadas pela falta de políticas de habitação e saneamento. Ou seja, não basta dragar rios (aliás, ação que foi praticamente deixada de lado por um longo tempo) e construir piscinões enquanto jogamos contra em outras ações. Criamos uma faixa nova na Marginal Tietê para a alegria dos nossos carros e, só agora, vamos começar a compensar a área verde perdida?

A natureza pode pegar qualquer um desprevenido, ainda mais quando ela vem com fúria. Mas o nível do impacto é pior quando encontra terreno fértil em descaso".

Um belo clássico universal do século XX

domingo, 23 de janeiro de 2011

Kassab de malas prontas



Do blog do Josias de Souza (Folha)

"O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, bateu o martelo e virou o prego. Vai mesmo deixar os quadros do DEM.

Seja qual for o desfecho da guerra interna pelo comando da segunda maior legenda da oposição, Kassab irá para o governista PMDB.

Comunicou a decisão ao presidente de honra do DEM, Jorge Bornhausen, hoje seu principal aliado na agremiação que deixará para trás.

Kassab acertou-se, de resto, com Michel Temer, vice-presidente da República e presidente licenciado do PMDB federal.

Combinou de sentar praça no novo partido até abril. Antes, tentará plantar na presidência do DEM federal um aliado.

A nova caciquia da tribo ‘demo’ será escolhida numa convenção já agendada para o próximo dia 15 de março.

Junto com Bornhausen, Kassab tenta alçar à presidência de sua quase-ex-legenda Marco Maciel (PE), senador não reeleito.

Por que um político de malas prontas quebra lanças pelo comando da legenda em que fechará a conta? São dois os objetivos de Kassab.

Num, de curto prazo, deseja assegurar que a nova direção do DEM não reivindique na Justiça Eleitoral o seu mandato de prefeito infiel.

Noutro, de longo prazo, Kassab trabalha para manter o DEM ao alcance de futuras alianças. Como assim?

Nas negociações subterrâneas, ficou entendido que Kassab levará para o PMDB o projeto de candidatar-se ao governo de São Paulo, em 2014.

O PSDB do governador Geraldo Alckmin, potencial candidato à reeleição, será adversário de Kassab, não aliado.

Prevalecendo na disputa interna do DEM, Kassab imagina que, em vez de fechar com Alckmin, sua futura ex-legenda se aliaria a ele na próxima sucessão estadual.

Na trincheira oposta à de Kassab, milita o grupo do atual presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ). Uma ala que prefere entregar o cocar de chefe da aldeia a Agripino Maia, não a Maciel".

sábado, 22 de janeiro de 2011

Figura pop de Dilma ganha imprensa dos EUA


Do portal R7

Romero Britto homenageia Dilma em revista dos EUA

Na imagem, presidente do Brasil aparece com o rosto pintado ao estilo do artista


"O artista plástico brasileiro Romero Britto publicou na edição desta semana da The New York Times Magazine - revista semanal do famoso jornal norte-americano The New York Times - uma pintura com a imagem da presidente Dilma Rousseff.

No retrato, feito ao estilo de outras pinturas do artista, Dilma aparece com o rosto pintado e com seu tradicional terninho vermelho. A publicação, de página inteira da revista, também contém imagens do artista ao lado da presidente durante a inauguração de um hospital em São João do Meriti, no Rio de Janeiro, em março passado. Na época, Dilma ainda era apenas pré-candidata ao cargo que ocupa hoje".

Um dos muitos sons com a cara de São Paulo

Serra 'governa pra si mesmo' via Twitter


Reprodução de charge do Diogo no Jornal da Tarde de hoje (22).

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O papel do BNDES desde o governo Lula


Do portal IG

BNDES libera R$ 400 milhões para microempreendedores da Região Serrana


"Conforme antecipou, na quinta-feira, o colunista do iG Guilherme Barros, microempreendedores individuais e empresas da Região Serrana do Rio de Janeiro poderão ter financiamento de até R$ 400 milhões em crédito disponibilizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A medida provisória assinada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União prevê que o dinheiro seja usado em capital de giro e investimentos". Leia mais.

COMENTÁRIO - Desde o governo do presidente Lula o BNDES faz jus à sigla inteira. O banco deixou de ser o "banco nacional das privatizações" para participar efetivamente do desenvolvimento da economia e da melhora das condições sociais brasileiras.

Dicas de shows

Do Guia da Folha

Hoje - Sexta 21
Mauricio Pereira
O músico apresenta canções de bandas como Ira!, do cantor Kid Vinil, do sambista Adoniran Barbosa e de outros grandes nomes da cena musical paulista.
Casa de Francisca - r. José Maria Lisboa, 190, Jardim Paulista, região oeste, tel. 3052-0547. 44 lugares. 22h30. 80 min. Livre. Couv. art.: R$ 26. CC: V. Reserva p/ site.



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Os Três do Nordeste
O grupo de forró, criado em 1969, é responsável pelos clássicos do gênero "É Proibido Cochilar", "Por Debaixo dos Panos" e "Homem com H".
Sesc Pompeia - choperia - r. Clélia, 93, Água Branca, região oeste, tel. 3871-7700. 800 pessoas. 22h. 90 min. Proibido para menores de 18 anos. Ingr.: R$ 4 a R$ 16.



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AMANHÃ, DIA 22

Cauby Canta Sinatra
O cantor interpreta sucessos de Frank Sinatra, como "New York, New York" e "Moon River".
Sesc Belenzinho - teatro - r. Pe. Adelino, 1.000, Quarta Parada, região leste, tel. 2076-9700. 392 lugares. 21h. 90 min. Não recomendado para menores de 12 anos. Ingr.: R$ 8 a R$ 32. Ingressos esgotados. Estac. (R$ 3 a R$ 6 a 1ª h mais h adicional). Conexão wireless: R$ 5 p/ 1 h e R$ 7 p/ 2 h.



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Leila Pinheiro
Sesc Pinheiros. 21h. Não recomendado para menores de 10 anos. Ingr.: R$ 7,50 a R$ 30



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Tetê Espíndola & Alzira E
Ambas emprestam a voz à canções de compositores paulistas ou ligados à cidade de São Paulo, como Itamar Assumpção, além de músicas autorais e algumas inéditas.

Casa de Francisca - r. José Maria Lisboa, 190, Jardim Paulista, região oeste, tel. 3052-0547. 44 lugares. 0h30. 80 min. Proibido para menores de 18 anos. Couv. art.: R$ 35. CC: V. Reserva p/ site.

Em SP nove bairros estão sob a água há 12 dias

Do Jornal da Tarde

"Pelo menos nove bairros estão debaixo d’água há 12 dias na região leste da Grande São Paulo. A maioria fica na capital – são pelo menos 7 bairros, todos no distrito Jardim Helena, no extremo leste da cidade, às margens do Rio Tietê –, mas há áreas alagadas em Itaquaquecetuba e Guarulhos desde sábado da semana passada.

Há casas destruídas e outras submersas, e 84 desabrigados estão dormindo numa escola municipal em São Paulo.
Os bairros mais atingidos na capital foram a Vila Itaim, a Chácara Três Meninas e o Jardim Pantanal. Todos são próximos do Jardim Romano, que ficou célebre ano passado por ter ficado debaixo d’água por mais de 2 meses.

Mas moradores das outras regiões dizem que também ficaram alagados pelo mesmo período, mas houve menos repercussão. “O Jardim Romano ficou famoso por causa do CEU, mas aqui aconteceu a mesma coisa”, diz o professor Oswaldo Ribeiro Santos, de 36 anos, morador da Vila Itaim.

O dique que está sendo construído no Jardim Romano conseguiu manter as ruas secas neste verão, mas os bairros vizinhos não tiveram a mesma sorte. “É a primeira vez que alaga aqui por dois anos seguidos e ninguém sabe quando isso vai parar” , afirma a enfermeira Ana Aparecida Silveira, de 52 anos. A casa dela, no Jardim Pantanal, está cheia d’água. Em alguns pontos, o alagamento atinge a altura dos joelhos.

Os moradores culpam o assoreamento do Tietê. “Eles não limpam essa parte do rio desde 2006”, diz Santos.
O distrito Jardim Helena é cortado por oito riachos que deságuam no Tietê – e, se o nível do rio estiver alto, ocorre um refluxo nos afluentes e nas galerias subterrâneas e a área permanece alagada.

Para remediar a situação, o governo estadual iniciou o desassoreamento em outubro de 2010 e está licitando um projeto de canalização de um córrego no Jardim Fiorello, em Itaquaquecetuba, além de estudar uma obra de contenção de cheias na região da Vila Itaim".

Comentário:O PSDB está governando São Paulo há mais de 16 anos. É inaceitável tamanha inoperância!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Estado e Prefeitura: congelamentos e atrasos


Trechos de matérias do Jornal da Tarde, hoje (20):

Transportes e Habitação são mais ‘congelados’

FABIO LEITE


"Transporte e habitação são as duas áreas mais afetadas pelo congelamento de R$ 1,5 bilhão anunciado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) no início do mandato. Juntas, elas respondem por 72% das verbas bloqueadas pelo tucano, ou R$ 1,1 bilhão. O governo alega que a medida é “cautelar” e que nenhuma obra ou projeto será paralisado ou adiado por causa da decisão.

Ao todo, 43 órgãos do governo, sendo 17 secretarias, tiveram parte dos recursos contingenciados. Na prática, isso significa que os valores definidos ficam bloqueados no orçamento de cada órgão e poderão ser liberados ou não no futuro, de acordo com o andamento da arrecadação do Estado. Quem mais sofreu com a medida, em volume de dinheiro, foi a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, que teve R$ 422,7 milhões congelados, ou 9% dos R$ 4,8 bilhões previstos para este ano. A pasta é responsável pela construção de linhas de metrô e trem em São Paulo". Leia mais.


Kassab reduz as metas de 2012

DIEGO ZANCHETTA
RENATO MACHADO


"O prefeito Gilberto Kassab (DEM) mudou 18 metas que deve concluir até o fim do mandato, no ano que vem. Nenhuma foi revisada para “mais”, com inclusão de novas obras e serviços. A Agenda 2012 previa, por exemplo, construir oito motofaixas, instalar 40 mil pontos de luz e construir 400 telecentros.

Agora, a administração prevê, respectivamente, três corredores para motos, 16 mil novos pontos de iluminação e 200 telecentros até dezembro de 2011. O plano de metas foi o primeiro projeto da sociedade civil a virar lei. Os prefeitos precisam divulgar o plano de governo e cumpri-lo, sob risco de responder por improbidade administrativa". Leia mais.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Justiça inglesa: a Alstom e a propina em SP


Para ingleses, Alstom pagou propina em São Paulo

Da Agência Estado


"A Justiça britânica suspeita que dois funcionários da empresa francesa Alstom seriam responsáveis por organizar o pagamento de propinas para funcionários públicos no Brasil. Os funcionários da empresa, segundo os britânicos, teriam pago mais de US$ 120 milhões em propinas para garantir contratos públicos em todo o mundo. Parte teria vindo para o Brasil, num caso em que a Justiça suíça já informou ao Ministério Público (MP). As suspeitas são de que a rota do pagamento de propinas passava por Paris, Londres e chegava a funcionários públicos brasileiros, entre outros.

Os envolvidos seriam Stephen Burgin, presidente da unidade inglesa da Alstom, e Robert Purcell, diretor financeiro. Ambos haviam sido detidos em 2010 para questionamento e a Alstom optou por lançar um processo questionando a atitude dos britânicos. Agora, a documentação dos britânicos alega que eles fariam parte de uma célula que organizava o pagamento da propina. Eles teriam pago propinas a funcionários públicos estrangeiros como forma de garantir contratos públicos.

Em São Paulo, a suspeita está relacionada com os contratos da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô). Na França e na Suíça, a Alstom é suspeita de ter distribuído milhões de dólares entre 1995 e 2003 para garantir contratos no Brasil, Venezuela, Indonésia e outros mercados emergentes. No Reino Unido a suspeita é de que o pagamento de propinas continuou em todo o mundo após 2004 e mesmo até 2010".

Cortina de fumaça no pente-fino


Nota da coluna Painel, da Folha de S. Paulo de hoje (19) aponta o uso de um velho expediente tucano que visa disfarçar o verdadeiro objetivo de uma ação em curso: a devassa nos contratos do governo anterior. Como o pente-fino na gestão José Serra gerou cara feia em serristas e até suposto fogo-amigo contra Geraldo Alckmin, o jeito foi o Palácio dos Bandeirantes criar a história contada abaixo:

"Boas maneiras - Os 39 corregedores que fiscalizam os 9.300 contratos terceirizados em SP passarão a interagir regularmente com o funcionalismo. O secretário Sidney Beraldo (Casa Civil) planeja confeccionar cartilhas para orientar os servidores sobre as práticas irregulares mais corriqueiras."

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Leitor sugere mudanças no bairro da Liberdade


Reproduzo e-mail do leitor Erico Tachizawa, que propõe mudanças no bairro da Liberdade, localizado na região central de São Paulo. Sua ideia visa fomentar o turismo.

"Gosto muito do bairro da Liberdade, mas acho que ele não está sendo devidamente valorizado pelo poder público. Nesse sentido, gostaria de sugerir um projeto de revitalização do bairro que seria muito útil para o desenvolvimento do turismo em São Paulo e para a recuperação do centro da cidade. Essa revitalização englobaria:

1) proibição dos carros no bairro, transformando todas as suas ruas em ruas de pedestres. Isso melhoraria muito a qualidade de vida no bairro e seria muito bom para o comércio. 2) renomeação das ruas do bairro com nomes relacionados à cultura asiática, como nomes de países asiáticos, de personalidades asiáticas, de valores asiáticos (rua da harmonia, rua do crisântemo, rua do grou) etc. 3) arborização do bairro com plantas de origem asiática, como cerejeiras, salgueiros, laranjeiras, limoeiros, macieiras, amoreiras, plátanos, mangueiras, jaqueiras etc. 4) estímulo para que os consulados de países asiáticos se transfiram para o bairro. Isso seria interessante para o turismo, pois viraria uma atração turística do bairro. Ficam aqui as sugestões. Um abraço".

Brasil superou meta de criação de empregos

Do UOL Economia

Brasil cria 2,52 milhões de empregos em 2010 e tem melhor ano desde 1992


"A criação de empregos formais (com carteira assinada) no Brasil em 2010 atingiu 2,524 milhões de vagas, o que representa o melhor desempenho desde 1992, quanto teve início a série histórica.

O número é também levemente superior ao da meta estabelecida pelo governo para o ano passado, que era de 2,5 milhões". Leia mais.

Das promessas do poder público em São Paulo


FRANCO DA ROCHA INUNDADA POR CONTA DE AÇÃO DA SABESP

Trecho de reportagem da revista Istoé desta semana:

O caos paulista

A cada ano, São Paulo é inundada pelas chuvas de verão e por um festival de promessas inúteis dos governos

Fabiana Guedes


"O trovão virou toque de recolher. Na falta de qualquer ação preventiva do poder público, os paulistas, resignados, prestam atenção aos sinais da natureza para enfrentar mais um verão de enchentes. A situação é recorrente. Como num roteiro cumprido a cada ano, o mês de janeiro em São Paulo foi marcado pela forte chuva. Na segunda-feira 10, foram contabilizados 127 pontos de alagamento na capital, um recorde desde 2005. Durante a semana, os rios Tietê e Pinheiros transbordaram, famílias perderam tudo com suas casas inundadas, carros submergiram, ruas importantes foram interditadas por árvores caídas e a cidade parou. Seis pessoas morreram e centenas já estão desalojadas. A Defesa Civil começa a contabilizar os estragos que só devem cessar no final de março, com o início do outono". Leia mais.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Em SP, Vila Itaim permanece alagada


Do Portal G1

"Moradores do bairro Vila Itaim, no extremo da Zona Leste de São Paulo, ainda sofrem com os alagamentos e com a cheia do Rio Tietê. Após oito dias, o nível da água baixou pouco nesta segunda-feira (17) nas ruas e ainda há casas alagadas.

Alguns moradores aproveitavam que não chovia nesta segunda para limpar suas residências. “Estou tirando um pouco da lama”, disse a dona de casa Regina da Silva.

A diarista Patrícia Araújo Alves reclama das condições de sua casa. “Tem bicho, tem insetos Um cheiro insuportável.” Ela comentou que recebeu uma cesta básica da Prefeitura. “Acho ridículo a Prefeitura vir e me dar cesta e colchonete para colocar dentro da água. Sou contribuinte.”

A Prefeitura foi acionada, mas não respondeu até as 13h as perguntas sobre o que vai ser feito para resolver definitivamente os problemas na Vila Itaim".

Comentário: O alagamento das ruas da Vila Itaim, com algumas exceções, sempre foi um acontecimento raro. Parafraseando o ex-presidente Lula, "nunca antes na história deste bairro" aconteceu tamanho alagamento. O bairro é uma região consolidada, a imensa maioria dos moradores possui escrituras de suas propriedades e paga devidamente seus impostos.

Não é preciso grandes estudos para descobrir as razões do alagamento. O diagnóstico é simples: trata-se do assoreamento do Rio Tietê, cujo leito está acima do nível das ruas. Uma chuva de volume médio é suficiente para as águas invadirem dezenas de ruas provocando o caos na região. O pior é que trata de alagamento e não de enchente, uma vez que o leito do rio está acima do nível das ruas. A água não encontra vazão, fica empoçada por dias a fio e vira um criadouro de insetos e mosquitos, proliferando diversos tipos de doenças na população.

No caso dos alagamentos na vila Itaim existem dois culpados: a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo. A Prefeitura por não fazer devidamente a limpeza dos bueiros e permitir depósitos irregulares de entulhos. Já o Governo do Estado, neste caso tem a maior culpa, pois o rio Tietê no trecho entre São Miguel e Mogi da Cruzes nunca foi limpo e sua calha está completamente assoreada. Um baixo volume d'água é suficiente para provocar o caos naquele conjunto de vilas que formam o Distrito do Jardim Helena.

Falta de aviso não foi: a CPI das Enchentes, instalada na Câmara Municipal de São Paulo, alertou as autoridades responsáveis durante todo o ano de 2010. Mesmo notificada do que precisava ser feito, o governo do Estado e a Prefeitura permaneceram inertes, nada fizeram para, pelo menos, amenizar o caos.

Sugiro as autoridades que leiam o relatório da CPI das Enchentes. Lá eles vão poder verificar que o diagnóstico das causas das enchentes naquela região existe, o que falta é vontade política por parte das autoridades competentes para resolver o problema.

Minha Casa, Minha Vida dever ser acelerado


Do Jornal da Tarde

Minha Casa, Minha Vida terá novo limite de valores


"O governo da presidente Dilma Rousseff já prepara a sua primeira bondade política para dar um incentivo adicional à segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida e aos financiamentos para uma parcela da classe média.

Estagnado há mais de três anos, o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados com dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço(FGTS) em cidades com mais de 1 milhão de habitantes pode ser corrigido ainda neste mês pelo Conselho Curador do FGTS e saltar de R$ 130 mil para algo entre R$ 150 mil e R$ 170 mil.

O objetivo é acelerar o programa entre as famílias com renda mensal entre seis e dez salários mínimos nos grandes centros urbanos, como São Paulo, Brasília e Rio – onde os preços dos imóveis são mais elevados e não se enquadravam nos montantes definidos pelo FGTS". Leia mais.

domingo, 16 de janeiro de 2011

O mercado brasileiro de automóveis no mundo

Do Estadão deste domingo (16)

Projeção é de ser o 3º em vendas em 2015

"O Brasil encerrou 2010 como quarto maior consumidor mundial de carros novos e, em cinco anos, deve subir mais um degrau e ocupar o terceiro lugar na lista, atrás da China e dos Estados Unidos. No ano que terminou, o País desbancou a Alemanha e em 2015 deve ultrapassar o Japão, segundo projeções da Roland Berger. A consultoria foi a primeira a prever, em março, a ascensão do mercado nacional confirmada em dezembro. Há quatro anos, o País era nono no ranking". Leia mais.

Reservas de petróleo do Brasil em alta


Da Folha de S. Paulo - caderno Mercado

Reservas da Petrobras aumentam 7,5%


"O crescimento ante 2009 foi devido ao anúncio da companhia de que incorporou em 2010 acumulações de petróleo e gás às suas reservas provadas, aquelas em que há certeza de que o óleo pode ser vendido comercialmente. Elas atingiram 16 bilhões de barris. Em 2009, foram 14,9 bilhões".

sábado, 15 de janeiro de 2011

Nova etapa do programa "Alaga São Paulo"

Do UOL Notícias

Sabesp afirma que aumentará vazão de represa em SP; 4 cidades podem ser afetadas


"A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de SP) informou por meio de nota, na noite desta sexta-feira (14), que a represa Jaguari vai ser aberta às 7h deste sábado (15) para aumentar a vazão da água. A companhia afirma que avisou a Defesa Civil e as prefeituras de Jaguariúna, Pedreira, Amparo e Bragança Paulista, que podem ser afetadas pelo aumento da vazão.

A cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, ficou completamente inundada esta semana devido à abertura da comporta da represa Paiva Castro. Leia mais.

Uma linda história de amor!

O Mundo é um Moinho é uma canção composta pelo cantor e compositor de samba Cartola e gravada por ele em 1976, tendo sido gravada anos depois por Cazuza. Reza a lenda que Cartola escreveu a música para sua filha, numa das noites em que passou em claro após descobrir que a mesma estava se prostituindo.

Cartola e seu Pai - O Mundo é um Moinho

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A face autoritária do governo tucano em SP

Socorro federal às vítimas das chuvas no RJ


Do portal UOL

Ministério da Saúde libera R$ 8,9 mi para ajudar vítimas das chuvas no Rio

"O Ministério da Saúde liberou nesta sexta-feira R$ 8,9 milhões prometidos ontem para ampliar a assistência hospitalar da região serrana do Rio, arrasada por chuvas desde a noite de terça-feira (11). A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União". Leia mais.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Belo trabalho!

Referência em percussão corporal, o grupo Barbatuques produz música orgânica utilizando o próprio corpo como instrumento musica. Melodias e diferentes ritmos musicais são criados a partir de efeitos de voz e da exploração de sons produzidos pelo corpo humano: palmas, estalos, batidas, mãos e pés em sintonia. O resultado é surpreendente.

Integrante do Barbatuques, Marcelo Preto, cantor autodidata, ator e arte-educador. É membro fundador do experiente grupo “A Barca”, que pesquisa há cerca de 12 anos músicas da cultura popular brasileira.

Conforme definição dele: "Óia o clipizim que eu fiz lá no Senegal,março passado!!!!...Os Guissé cantam uma música deles e eu canto uma toada de Boi do Humberto de Maracanã(gênio!)...
Foi um convite que me fizeram e eu fui,feliz da vida!!!!
Clipe é sempre meio engraçado...Mas,tá aí...então,lá vai!!
!"

Assista o video!


Frères Guissé featuring Marcelo Pretto / Thiolele - Rio do Mirinzá

O consórcio familiar de Pindamonhangaba


Da Folha Online:

Empresa piorou merenda em São Paulo para fazer caixa

SILVIO NAVARRO
ENVIADO ESPECIAL A PINDAMONHANGABA (SP)


"A Verdurama, pivô do suposto esquema de fraude na merenda em Pindamonhangaba que envolve Paulo César Ribeiro, cunhado do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), piorou a qualidade dos produtos nas escolas para fazer caixa.

Segundo investigações do Ministério Público, o dinheiro economizado teria bancado propina e doações a campanhas eleitorais". Leia mais.

Panes na CPTM já viraram rotina

Da Agência Estado/UOL

Usuários andam nos trilhos após falha em trem da CPTM


"Uma composição da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) apresentou problemas nesta manhã em São Paulo, pouco antes das 8 horas, na plataforma 1 da estação da Luz. Os trens tiveram de ser desviados, já que não podiam estacionar na plataforma, e alguns ficaram parados a cerca de cem metros da estação, esperando uma das quatro plataformas vagar para poder desembarcar os passageiros. Em um dos trens parados, os usuários foram informados que houve queda de energia. Revoltados com a demora e a falta de explicações, os passageiros quebraram os vidros da composição, desceram na via e caminharam sobre os trilhos até a plataforma". Leia mais.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Nova Marginal: Serra jogou R$ 2 bilhões pelo ralo

O fracasso das obras de Alckmin/Serra/Alckmin


Acostumados a um tratamento 'diferenciado' por parte de alguns órgãos de imprensa de São Paulo, os sucessivos governos do PSDB no Estado agora experimentam certa reação dos jornais da Capital. Em editoriais publicados nesta quarta-feira, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo cobram obras, responsabilidades e batem, de leve, nos "culpados" que ocupam o Palácio dos Bandeirantes há 16 anos.

Em um trecho do seu editorial Chuva de problemas (clique aqui assinante da Folha ou do UOL), a Folha de S. Paulo finalmente concorda com o que dizem os especialistas há bastante tempo e com o que qualquer morador de São Paulo sabe por experiência:

"No plano estadual, a situação não é menos criticável. Existe um plano de macrodrenagem, mas a promessa de Geraldo Alckmin (PSDB) de que os alagamentos da marginal Tietê ficariam no passado, depois de gastos de mais de R$ 1 bilhão para rebaixar a calha do rio, fracassou. E a construção da Nova Marginal, ao ampliar a área impermeabilizada, não contribui para aliviar o problema".

PSDB fará nova tentativa de vender a Cesp


Do Jornal da Tarde (12):

Alckmin estuda vender a Cesp

"A Secretaria Estadual de Energia estuda “leque de possibilidades” para o futuro da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), entre elas leilão total da empresa, venda parcial, parcerias com empresas públicas federais ou privadas. A notícia turbinou o preço das ações ontem. Na máxima do dia, subiu 8,11%. Mas perdeu força e fechou com alta de 1,58%.

José Aníbal, titular de Energia, disse que não existe possibilidade de “reestatização” da empresa por meio de venda para o governo federal. “O setor elétrico de São Paulo é complexo e tem infinitas possibilidades”, afirmou.

O governo já tentou privatizar a empresa três vezes: nas gestões de Mário Covas, de Geraldo Alckmin e de José Serra".

Falta de investimento

Trecho de matéria da Folha de S. Paulo desta quarta-feira (12):

Com caixa cheio, Kassab não usa verba reservada para projetos antienchente em SP

"No ano em que a prefeitura bateu recorde de arrecadação de impostos, a gestão Gilberto Kassab (DEM) investiu menos do que estava previsto no Orçamento em projetos antienchente. A informação é da reportagem de José Benedito da Silva publicada na edição desta quarta-feira da Folha (íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL)".

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Herança tucana agrava situação do povo em SP

Foto: Agência Estado/Yahoo

As fortes chuvas que atingiram a Capital e a região metropolitana desde a noite de ontem (10) reforçaram a falta de compromisso dos sucessivos governos tucanos no Estado em quase duas décadas. A herança do PSDB gera sofrimento, mortes (já ocorreram 14 até a manhã desta terça-feira) e prejuízos materiais ao povo de São Paulo. E, pelo visto, não existe qualquer projeto ou ação em andamento por parte do poder público estadual e municipal que diminua o impacto das chuvas. As características tucanas são a lentidão e a falta de ação.

HISTÓRICO - Desde que assumiram o governo do Estado, os tucanos e aliados já gastaram mais de R$ 3 bilhões (três bilhões de reais) de recursos públicos somente no projeto de aprofundamento da calha do Rio Tietê. A promessa feita pelo então governador Geraldo Alckmin de que "o Tietê só transbordaria em 100 anos" durou apenas um verão - e o dinheiro público foi todo pelo ralo.

A falta de manutenção da calha do rio fez com que este sofresse novo processo de assoreamento. Isso não impediu o gasto de enormes somas de dinheiro público, sem que houvesse resultados satisfatórios. É a já famosa 'indústria da lama' que retira sujeira do rio e parece não sair do lugar.

DE ALCKMIN A SERRA - O governo anterior de Geraldo Alckmin fez promessas que não surtiram efeito e o Tietê voltou a sofrer novos transbordamentos, sendo os ocorridos em 2009 e 2010 praticamente uma repetição. Mal começou o ano de 2011 e a população se vê ilhada mais uma vez em diversas regiões da cidade e da região metropolitana.

Na área do Tietê, a piora neste ano é devido a um projeto eleitoreiro feito pelo ex-governador José Serra: contra toda recomendação de técnicos e de ambientalistas, foram ampliadas as pistas das Marginais (projeto Nova Marginal), que resultou em mais impermeabilização do solo.

Serra mandou retirar centenas de árvores e abriu novas pistas com a promessa de que o trânsito melhoraria. Passado pouco tempo do investimento de mais de R$ 2 bilhões (dois bilhões de reais), as obras não melhoraram o trânsito e ainda ampliaram os problemas causados pelos transbordamentos do Tietê.

Para piorar a situação, as obras de construção dos parques lineares foram praticamente paralisadas em São Paulo.

Somando tudo isso, percebe-se que a política de inoperância, incompetência e flagrante desrespeito aos paulistas e paulistanos é o resultado dos sucessivos governos do PSDB no estado mais rico da federação - cuja população revive os dramas que se repetem verão após verão!

Estado leva até 18 anos para repor professores

Do Jornal da Tarde - FABIO MAZZITELLI


"Entre as 9,3 mil nomeações de professores efetivos para a rede estadual de ensino, há docentes que estão ingressando na vaga de servidores que deixaram a rede pública há mais de dez anos. Em casos mais extremos, uma professora de matemática está preenchendo a vaga de outra que se aposentou há quase 15 anos, em abril de 1996, por exemplo. Em outra nomeação para a mesma matéria, um docente preenche vaga criada por decreto de julho de 1992.

As entidades sindicais – com as quais o novo secretário de Educação de São Paulo, Herman Voorwald, abriu diálogo nos primeiros dias da gestão – interpretam os números como uma distorção criada ao longo dos anos em razão da não realização de concursos públicos com vagas suficientes para repor o número de baixas – motivadas por exonerações voluntárias, aposentadorias e falecimentos.

Neste último concurso, por exemplo, o número de vagas abertas – todas remanescentes (ociosas) – era de 10.083 e, ao final do processo, foram nomeados 9.304 docentes – 780 a menos. O decreto foi publicado sábado passado no Diário Oficial do Estado". Leia mais.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Sabesp multada por causa de esgoto em praias


Trecho de matéria da Folha Online

Prefeitura do Guarujá multa Sabesp por vazamento de esgoto em praias


MARIANA DESIDÉRIO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


"A Prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, multou a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) por conta de dois vazamentos na tubulação de esgoto da cidade. Os vazamentos caíram diretamente nas praias de Pitangueiras e Enseada, de acordo com a administração. As multas somam R$ 303 mil". Leia mais.

Na contramão dos investimentos necessários

DENÚNCIAS DE FRAUDES, ERROS E ATRASOS


Da Folha de S. Paulo, hoje (10):

SP revê prazos e promete apenas uma linha nova de metrô até 2014

"O governo Geraldo Alckmin (PSDB) dará continuidade ao plano de expansão do transporte coletivo em São Paulo, mas já começou a rever prazos e avalia não ser possível terminar até 2014 boa parte do que era divulgado pela gestão tucana de José Serra.

Linha 5-lilás do metrô de SP deve ter licitação nova, diz Alckmin
Metrô instala placas em trens e pede calma em caso de paralisação
Reajuste da tarifa de ônibus pode incentivar o uso do metrô

De acordo com reportagem de Alencar Isidoro e Cátia Seabra publicada na edição desta segunda-feira da Folha (íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL), apenas uma de quatro linhas de metrô anunciadas pelo antecessor está bem-encaminhada para conclusão até a Copa. E dois dos três monotrilhos podem sair do papel até lá, bem como a expansão de trens".

domingo, 9 de janeiro de 2011

Um pouco de Mariza Gata Mansa


É de origem de uma família que gostava muito de música e desde a infância se interessou em cantar. Devido ao seu jeito calmo de falar, recebeu de Djalma Sampaio o apelido de "Gata Mansa", que adotou como nome artístico ainda na década de 1950. Em 1953, recebeu de João Gilberto a música "Você esteve com meu bem?", de João Gilberto e Russo do Pandeiro, que gravou em seu primeiro disco, lançado pela RCA Victor. No ano seguinte, iniciou sua carreira como intérprete de jazz. No mesmo ano, gravou os sambas "Só eu não", de Monsueto, Raul Marques e M. Fernandes e "Quem me fez chorar", de Caboclo, Carino e Gustavo.

Atuou como crooner do Golden Room do Copacabana Palace (RJ) durante quatro anos. Em 1956, conheceu Dolores Duran, substituindo-a como cantora no Bacará. Seu contato com Dolores, a quem foi muito ligada, facilitou seu acesso ao movimento da bossa nova. Já integrada ao movimento, passou a cantar no Beco das Garrafas (RJ). Nessa mesma época, conheceu Antônio Maria, de cujas canções se tornou intérprete muito constante.

Flávio Cavalcanti a levou para a TV Tupi, onde dividiu com Moacir Silva a apresentação do programa "Convite à música". Nessa época conheceu Bororó, Dick Farney, Johnny Alf e Sérgio Ricardo. A partir de 1958, gravou na Copacabana o fox "You do something to me", de Cole Porter e o choro "Que é?Que é?", de Bororó e Evagrio. No mesmo ano, gravou o clássico da música popular, "Chega de saudade", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes e o samba canção "Castigo", de Dolores Duran, seu maior sucesso.

No ano seguinte, gravou seu primeiro LP, "A suave Marisa", que incluiu a faixa "A noite do meu bem", de Dolores Duran, que foi para as paradas de sucesso. Registrou em disco quase toda a obra de Dolores Duran, que a homenageou com a canção "Não me culpe". Foi casada com o compositor e pianista César Camargo Mariano, que compôs para ela a música "Marisa", tema da cerimônia religiosa de seu casamento com o compositor. Teve um filho com ele, o músico Marcelo Mariano.

Em 1961, gravou o samba canção "Um novo céu", de Fernando César e Ted Moreno e o samba "Operação amor", de Jaime Florence e Augusto Mesquita. Morou em São Paulo durante sete anos, época em que tentou fazer teatro, chegando a participar de um musical com Lennie Dale e de um espetáculo com Caetano Veloso e Taiguara, no Teatro de Arena.

Faleceu aos 69 anos, devido a uma insuficiência respiratória aguda, conseqüência de uma isquemia cardíaca.


sábado, 8 de janeiro de 2011

Menos ônibus, nada de conforto e maior tarifa



Do Jornal da Tarde:

"Na semana do aumento de 11% na tarifa de ônibus, dados publicados pela SPTrans mostram que, pelo quinto ano consecutivo, a frota de coletivos que atende a cidade não teve aumento de veículos. Já a quantidade de usuários do sistema não para de subir. O resultado: enquanto cada ônibus transportava cerca de 15 mil pessoas por mês, em média, em 2006, essa relação está, atualmente, em 16,2 mil pessoas.

A frota é de aproximadamente 14.900, a mesma desde 2006, segundo dados da SPTrans. O número é a soma dos ônibus e lotações. O problema é que esse contingente de veículos recebia, naquele ano, cerca de 221 milhões de pessoas por mês, em média. Já no ano passado, a média mensal foi de 242 milhões, ou 9,2% a mais". Leia mais.

Comentário: Quem convive com o dia-a-dia da população sabe o quanto tem piorado a qualidade do transporte coletivo na cidade de São Paulo: menos ônibus nas linhas, veículos em péssimo estado e um atendimento sofrível aos passageiros. Este é o triste legado que o governo atual está deixando para cidade.

A qualidade dos serviços prestados nesta área não justifica os R$ 660 milhões de subsídios - transferência direta de dinheiro do Tesouro Municipal para os particulares, sob a justificativa de custeio de gratuidades – e muito menos o aumento de tarifa para R$ 3.

Comparando a enorme quantidade de dinheiro injetado no sistema com a baixíssima qualidade do transporte público na cidade, chegamos à conclusão de que o problema é de má gestão do sistema de transporte coletivo. Pelo visto a troca do secretário de transporte não sortiu nenhum efeito positivo na área, pelo contrário, a qualidade dos serviços piora cada vez mais.

SP continua despreparada para o Verão

Do Jornal da Tarde

Chuva alaga Aricanduva e causa morte em SP

"Mais de três horas de chuva em São Paulo transbordaram nesta sexta-feira, 07, o Rio Aricanduva, ilharam pessoas em carros e casas, provocaram uma manifestação, mataram o dono de um depósito de material de construção e feriram três pessoas. Agora, chega a oito o total de mortes em decorrência de temporais na capital, desde novembro passado". Leia mais.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Novos cenários, novas composições em SP

O Jornal da Tarde de hoje traz a seguinte matéria:

"Aliados do prefeito Gilberto Kassab (DEM) dizem que ele prepara, ainda em janeiro, uma reforma no primeiro escalão do governo. Parte das trocas deve contemplar aliados políticos ou acordos da disputa à Prefeitura de 2008. O PR, que apoiou a reeleição do prefeito mas depois se distanciou dele, deve se reunir com ele na semana que vem para tratar do assunto. O partido tende a receber a pasta de Esportes – e, possivelmente, outra secretaria. Há a possibilidade de o atual titular de Esportes, Walter Feldman, ser deslocado para a Secretaria de Subprefeituras, de onde deve sair Ronaldo Camargo. Ontem, o JT ainda revelou que Kassab deve também acertar a participação do PDT no governo, como informou o deputado federal Paulo Pereira da Silva.

Além da composição política, Kassab também contempla aliados do ex-governador José Serra (PSDB) que deixaram a administração estadual, como Mauro Ricardo, que era titular da Fazenda e volta à Secretaria de Finanças. Outro que retornou à administração municipal foi Nelson Hervey Costa, atual secretário de Governo e ex-presidente do Cepam.

O ex-chefe da Casa Militar, Luiz Massao Kita, foi convidado pelo prefeito a assumir subprefeitura. Também teriam sido feito convites aos ex-secretários de Educação, Paulo Renato Souza – que teria recusado – e de Justiça, Luiz Antonio Marrey".

Meu comentário: Como parte de sua estratégia política futura, Kassab prepara mudanças na composição do seu governo. Penso que o prefeito, legitimamente, está montando o seu xadrez político com vistas a objetivar seus propósitos políticos futuros. Como ponto de chegada,as eleições para o governo de São Paulo em 2014.

Brigar com aliados de primeira hora para eleger um tucano para presidente da Câmara Municipal; aproximar-se de partidos como PDT, PC do B e PSB - tidos com partidos de esquerda - e agregar serristas que foram excluídos do governo Alckmin parece ser um movimento complexo demais, aparentemente, com limitadas possibilidades de êxitos futuro.

É verdade que os partidos arrolados possuem um senso de pragmatismo exagerado, o que acarreta relativas exigências programáticas. Esta postura facilita a vida do chefe do executivo: alguns cargos para satisfazer seus aliados já são suficientes para tê-los ao seu lado, sem precisar mexer no seu programa nem na sua estratégia política futura.

Se por um lado o pragmatismo exagerado de alguns pouco contribui para uma maior politização nas composições de governos, - provocando um desserviço à população -, por outro, as contradições surgidas neste processo suscitam perspectivas novas na política paulista. Este paradoxo projeta, no curto prazo, uma mudança de cenário político em São Paulo, novos horizontes, novas perspectivas políticas se abrem. Isso também possibilita novas composições para encurtar o caminho na construção de uma alternativa ao projeto tucano que governa São Paulo há duas décadas.

O momento é complexo, mas não ruim para o PT paulista. Não podemos errar o caminho político a ser escolhido. Temperança, coerência, certeza de rumo e unidade partidária são elementos determinantes para uma futura tomada de posição. Fiquemos atentos!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Um pouco do trabalho do grupo Mawaca

MAWACA é um grupo que pesquisa e recria a música das mais diversificadas etnias do globo buscando conexões com a música brasileira. Formado por sete cantoras que interpretam canções em mais de dez línguas (línguas indígenas brasileiras, espanhol, búlgaro, finlandês, japonês, húngaro, swahili, grego, árabe, hebraico, ioruba e português), o Mawaca revela no seu nome a essência do seu trabalho. Segundo a etnia hausa do norte da Nigéria os 'mawaka' (cantores-xamãs) recorrem ao poder mágico da palavra cantada para atrair o poder dos espíritos.

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Além das sete cantoras o Mawaca é formado por um grupo instrumental acústico que apresenta uma multiplicidade de timbres; acordeom, violoncello, flauta, violino e sax soprano, baixo, além dos instrumentos de percussão como as tablas indianas, derbak árabe, djembés africanos, berimbau, vibrafone, pandeirões do Maranhão e marimba. Leia mais.



Mawaca comemora 15 anos! com muitos convidados!!!

No domingo, um show que mostra toda a trajetória do grupo desde o inicio, tem como convidados Thomas Howard no violão, Luciano Sallun no sitar, Tamie Kitahara e apresentando o duo de taikos de Daniela e Déborah Shimada.
domingo, 16 de janeiro · 18:00 - 21:00
SESC pinheiros
R. Paes Leme 195 pinheiros
São Paulo, Brazil

Safra recorde em 2010


Da Folha Online/UOL

Safra nacional bate recorde e cresce 11,6% em 2010

"A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas cresceu 11,6% em 2010, na relação com o ano anterior, de acordo com a estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A produção foi de 149,5 milhões de toneladas, ante 134,0 milhões de toneladas de 2009. O indicador supera em 2,4% a safra recorde de 2008 (146,0 milhões de toneladas)". Leia mais.

Um clássico na voz do Roupa Nova

Belas Artes vai fechar



Folha UOL

"O Belas Artes, um dos mais antigos cinemas de São Paulo, se prepara para as últimas sessões. No dia 30 de dezembro, uma notificação judicial avisou: o imóvel, na esquina da avenida Paulista com a rua da Consolação, tem de ser entregue até fevereiro.

Terminará, assim, uma história iniciada em 1943. Terminarão assim os "Noitões" que, nos últimos anos, chegaram a reunir, madrugada adentro, mil pessoas.

A ameaça de fechamento do cinema veio a público em março de 2010, quando o HSBC pôs fim ao patrocínio. André Sturm, o proprietário, começou então a bater à porta de algumas empresas, atrás de nova parceria.

Conversa daqui, conversa dali e, em novembro passado, foi acertado novo apoio. A minuta do contrato estava sendo finalizada quando veio a surpresa. "O proprietário disse que queria o imóvel de volta porque ia abrir uma loja lá", diz Sturm". Leia mais.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

As "grandes obras" tucanas estão de volta


Do Jornal da Tarde:

Estado vai construir 46 novos presídios

"O governo do Estado de São Paulo vai retomar o plano que prevê a construção de 46 presídios no interior. A estimativa é de R$ 1,1 bilhão de investimentos, sendo R$ 507 milhões somente este ano. Do pacote de novas cadeias, 11 devem ser inauguradas ainda este ano, gerando 8.394 novas vagas no sistema prisional.

Serão cinco penitenciárias femininas, três Centros de Detenção Provisória (CDP) e três penitenciárias masculinas. Atualmente, o Estado tem 148 presídios e 163 mil detentos. Há presídios com até o dobro de presos em relação ao número de vagas, como alguns CDPs da capital".

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

FHC manda Serra se levantar

Em cerimônia de posse do governador Alckmin, no instante em que estava sendo elogiado, desanimado, o candidato derrotado José Serra precisou do aconselhamento do ex-presidente FHC para se levantar e agradecer os aplausos do público presente, em sua maioria formado por funcionários públicos tucanos lotados em cargos de confiança.

Alckmin já 'investe' na produção de manchetes


A Folha de S. Paulo desta terça-feira (4) traz matéria de capa na qual relata a determinação do governador tucano Geraldo Alckmin de realizar "auditorias" em contratos da gestão do antecessor José Serra.

Afora as previsíveis disputas internas no PSDB, a iniciativa dele realça apenas a velha prática alckmista de "investimento em produção de manchetes". Como não representa nada de novo e nem traz qualquer proposta, ação ou plano de governo que o diferencie de fato de Serra, resta ao governador - em mais um mandato - repetir a dose do "mais do mesmo".

Veja um trecho da matéria da Folha de S. Paulo:

Alckmin fará auditorias em contratos do governo Serra

"O governador Geraldo Alckmin auditará todos os contratos de terceirização de serviços herdados da gestão de José Serra (PSDB), informa reportagem de Daniela Lima e Catia Seabra, publicada nesta terça-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Os alckmistas dizem que não é revanche, mas a determinação de Alckmin repete pacote anunciado por Serra em 2007 que abriu crise entre "serristas" e "alckmistas".

Na primeira semana de governo, Serra apresentou medidas de austeridade fiscal, que incluíam desde a revisão de contratos até pente-fino no funcionalismo. Alckmin havia deixado o governo em 2006 e se sentiu exposto".

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Vencer a barreira da desigualdade

Indico o excelente artigo do jurista e professor Fábio Konder Comparato, publicado no site da revista CartaCapital. Leia um trecho abaixo:

"A ligação entre democracia e direitos humanos é visceral, pois trata-se de realidades intimamente correlacionadas. Sem democracia, os direitos humanos, notadamente os econômicos e sociais, nunca são adequadamente respeitados, porque a realização de tais direitos implica a redução substancial do poder da minoria rica que domina o País. Como ninguém pode desconhecer, sem erradicar a pobreza e a marginalização social, com a concomitante redução das desigualdades sociais e regionais, como manda a Constituição (art. 3º, III), é impossível fazer funcionar regularmente o regime democrático, pois a maioria pobre é continuamente esmagada pela minoria rica". Leia mais.

Obras para poucos e sempre atrasadas

Do Jornal da Tarde:

Obras de transporte em SP: atrasadas e sem prazo

Bruno Ribeiro


"Ir da zona leste até Pinheiros, na zona oeste, fazendo uma única baldeação de metrô. Ou sair da Avenida do Estado e entrar na Marginal do Tietê, sentido Castelo Branco, sem ter de passar pela sempre engarrafada Avenida Cruzeiro do Sul. O ano de 2010 acabou e, ao verificar o quanto dessas promessas feitas pelo poder público foram cumpridas, a reportagem descobriu que o resultado não é positivo.

A demora está em três das quatro principais obras do Estado: Linha 4-Amarela do Metrô, ampliação da Marginal do Tietê e o prolongamento da Avenida Jacu-Pêssego, na zona leste. Incompletas, todas já estão inauguradas. Juntas, elas estão custando R$ 7,1 bilhões aos cofres públicos. Isso sem contar o Trecho Sul do Rodoanel, que já é considerado pronto, mas inda passa por serviços de acabamento. O Estado não admite os atrasos. Fala em novos cronogramas. E justifica parte da demora destacando, entre outros quesitos, a questão da segurança.

O Metrô é o caso de atraso mais emblemático. Das oito estações que deveriam ter sido abertas em 2010, quatro estão funcionando. E as quatro apresentam problemas: até agora, só ficam abertas quando são menos necessárias – fora do horário de pico. Toda a primeira fase da Linha 4-Amarela (que liga a Luz, no centro, à Vila Sônia, na zona oeste), aliás, já deveria estar pronta. Como “primeira fase”, estão as estações mais importantes: Luz, República e Pinheiros, que vão ser integradas às linhas 1-Azul e 3-Vermelha e à CPTM". Leia mais.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Discurso de posse de Dilma no Congresso

Brasil renova esperança com posse de Dilma


Trecho de reportagem do jornal francês Le Monde publicado no portal UOL:

Dilma herda conquistas de Lula com desafio de superá-lo

Do Le Monde

"Um operário, uma mulher. Pela segunda vez, a democracia brasileira, outrora violentada, hoje vibrante, inova com felicidade. No sábado, 1º de janeiro, o ex-metalúrgico Luís Inácio Lula da Silva cederá sua poltrona a sua sucessora, Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira que se tornou economista e tecnocrata, eleita há dois meses a primeira mulher presidente do Brasil.

Dilma, como todos a chamam, chega ao cargo supremo em um contexto bem mais invejável que o de 2002. Não tem necessidade, como então, de acalmar os meios empresariais que o sindicalista barbudo ainda assustava, apesar de suas promessas tranquilizadoras. Graças ao pragmatismo de Lula, nunca desmentido em oito anos, os capitais hoje afluem à Bolsa de São Paulo, para se investir ou especular.

A nova presidente se beneficia da herança de seu antecessor. Uma democracia consolidada, livre da inflação, com uma riqueza multiplicada pelo aumento da cotação das matérias-primas. Crescimento, emprego, consumo, moeda: os grandes indicadores do Brasil estão com sinal verde. Principalmente com um fabuloso tesouro petrolífero que dorme ao largo de suas costas.

Ao realismo econômico acrescenta-se uma relativa ousadia social. Graças ao ambiente de dinamismo e a uma série de ajudas familiares, 15 milhões de brasileiros nos últimos oito anos escaparam do desemprego, integraram a economia formal e deixaram de ser pobres ou muito pobres. Eles se uniram ao crescente exército das classes médias, ávidas por possuir, consumir e viver melhor".